Implante de Ouro

O Dr. Grady Young foi o pioneiro, fazendo em 1970 o primeiro implante de grãos de ouro nos Estados Unidos. Em 1975 com o Dr. Terry Durkes iniciou as pesquisas sobre o assunto. Em 1982 a técnica foi levada à Europa pelo alemão Kothbauer.

MATERIAIS E MÉTODOS

Os fragmentos de ouro tem 1 mm de diâmetro por 3 mm de comprimento e são feitos em modo tal que evite a migração. Podem ser inseridos no músculo, no tecido subcutâneo, em proximidade de tendões e capsulas articulares, em pontos dolentes e nos pontos de acupuntura, estimulando-os assim permanentemente.

Os grãos são inseridos com a utilização de uma seringa especial e uma agulha estéril, com o animal sedado ou em anestesia geral e com a tosa e assepsia da parte interessada.

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O EFEITO

Os implantes de ouro causam alivio da dor porque estimulam os pontos de acupuntura e agem no metabolismo articular.

O ouro é capaz não só de estimular permanentemente os pontos onde são inseridos, mas também de emitir cargas elétricas positivas que neutralizam as cargas elétricas negativas existentes principalmente nas doenças articulares crônicas, reduzindo e muitas vezes eliminando a dor, e evitando a progressão das alterações artrósicas nas articulações.

Se o animal responde bem aos implantes poderá ser verificada a ausência ou a redução da dor através das atitudes demonstradas por ele, como por exemplo em casos de artrose, com o fato que se movimenta mais e melhor e que retoma certas atividades como brincar, saltar e correr. Em alguns casos os analgésicos não podem ser completamente retirados, mas freqüentemente é possível reduzir a freqüência de utilização e a dose.

Em casos de convulsões, com os implantes é possível reduzir a frequência e a gravidade das crises convulsivas e são utilizados quando o animal usa doses muito altas dos fármacos ou não responde mais aos seus efeitos. Em 25% dos casos de convulsões tratadas com esta técnica é possível obter a cura do animal, não sendo mais necessários fármacos e em 50% dos casos é possível reduzir a dose necessária para o controle das crises convulsivas.

INDICAÇÕES

  • Displasia Coxofemoral
  • Convulsões (epilepsia)
  • Epondiloartrose
  • Artrose
  • Patologias Musculares

 

CONTRA-INDICAÇÕES

  • Quando existe risco anestesiológico
  • Ruptura de ossos e ligamentos (devem ser estabilizados antes)
  • Osteomielite